Os moradores de São Cristovão (S.C. City)
têm encontrado grandes desafios ao transitar pelas ruas do bairro,
principalmente nos dias de chuvas.
A principio se tem que conviver com o fato
de que, com a mínima chuva que acontece, as principais ruas do bairro se
tornam um verdadeiro lamaçal. É incrível como isso já se tornou uma rotina.
Chuva em S.C. City representa uma complexa
mistura de tudo o que a população mais odeia: Lixo, lama, baratas, buracos, ônibus
lotado, esforço sobre humano, corrida as seis da manhã, mais lama, boeiro transbordando, transito parado e mais lama.
Tudo começa quase que como uma cena de
filma romântico e que depois se tornara um filme de terror. O céu fica acinzentado,
e começa uma garoa bem fininha, que vai molhando o solo e aliviando o calor da
S.C. City, típico município de uma cidade Tropical. Tudo parece ótimo com aquela
leve garoa. Mas de repente deixa-se de olha para o céu, e olha-se para os pés, pós
subitamente algo molha os pés da população.
Como assim?
Simples leitor, a leve garoa que
tinha o único intuito em aliviar o calor da cidade, passa a ser um problema.
Pois se acumula em verdadeiras crateras encontradas nas ruas e avenidas da S.C
City. E sair de casa, com aquele lamaçal,
passa a ser um verdadeiro desafio que vai ficando mais difícil a cada etapa, para
qualquer morador do bairro. E a primeira etapa do desafio se inicia, no nível FÁCIL,
com aquele salto miraculoso que se tem
que dar para sair de casa. Sabe aquele salto que você parece Daiane dos Santos,
abrindo as pernas todas para poder alcançar até uma região menos molhada, aquela
ilha dentro do mar, montado pela cratera e chuva, pois é.
Depois você, caro morador. Passa a ser um
verdadeiro malabarista e maratonista, esse o nível MÉDIO, pois tem que ficar desviando dos respingos que os carros
jogam ao passar por você, porque por mais difícil que se possa acreditar, o
motorista estava tentando desviar dos buracos, e acaba acertando em você. Como é que os caras conseguem fazer isso? O carro tá a 30 mil metros de
distancia de você e cai em um buraco que consegue jogar toda a água acumulada sobre um unico morador.
Você então, consegue chegar ao ponto de ônibus, e se inicia a sua última etapa do desafio de ir para o seu
trabalho. Esse é o nível DIFÍCIL. Como conseguir chegar ate o ônibus vivo, com
tantos buracos e tantas topics. As vezes eu me pergunto se esse caras das
topics vão dominar o mundo, tá pior do que pombo sujo pela cidade, MEU DEUS! E você fica ali naquela emoção, vou pegar
esse ônibus. Qundo o infeliz do motorista passa por traz de todas as topics, para
no fim do ponto de ônibus e você sai correndo no meio de toda aquela gente que ta parada no ponto, e no meio de toda aquela buraqueira, pulando
sobre todas as poças, e como um superman você invade a porta trazeira e
consegue chegar ao cobrador com muita felicidade e ainda tem que paga sua passagem feliz por ter conseguido chegar vivo, ao atravessas o seu município, ate o ponto
de ônibus.
Se tem alguma sugestão ou comentario, coloque aqui embaixo.
Não deixe de comentar, sua participaçao é muito Importante para nossa luta.
Att: Daniel Medeiros - Segundo Secretário.

Vale fazer uma reportagem sobre o ponto de ônibus da passarela em frente ao shopping... as pessoas ficam se arriscando na divisória das pistas pra tentar pegar o ônibus, porquê as Topics ficam paradas disputando passageiro umas com as outras! Isso é uma falta de respeito com a população! Att, Carolina Souza
ResponderExcluirVale ressaltar também que São Cristóvão está virando o bairro do xixi, como pode se passar por um posto de saúde e sentir aquele fedor de xixi, e como pode o shopping não ter fiscalização na área de carga e descarga atrás do Bom Preço que está virando um banheiro público ao ar livre, os homens não respeitam as mulheres e nem as crianças, canso de passar por ali e ver um homem fazendo xixi, isso é uma vergonha!!!
ExcluirLegal a idéia do Buraco. Esse ai o Deputadozinho não viu para asfaltar. São Cristóvão tá cheio de "Buracos asfaltados". Os buracos estão sendo asfaltados mas mantidos. O resto do Asfalto não sabemos aonde ele mete será no . . .
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